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TOMEI A VACINA DA COVID-19. E AGORA?

Desde que a vacinação contra o coronavírus começou, a maioria dos brasileiros não vê a hora de chegar a sua vez na fila. Mas como fica a vida após a imunização? E o que podemos e não podemos fazer a partir daí?

O uso de máscaras e o distanciamento social segue recomendado para os vacinados do nosso país em um primeiro momento. E há alguns motivos para isso. As vacinas não geram um efeito instantâneo. As injeções estimulam nosso corpo a produzir células de defesa e anticorpos contra o Sars-CoV-2. Mas isso leva um tempinho.

Esta é a chamada imunidade adaptativa. No caso da Covid-19, as vacinas demoram cerca de duas semanas após a segunda dose para surtir efeito. Se antes disso alguém entra em contato com o agente infeccioso, é possível que ele consiga causar estragos.

Aliás, é de extrema importância não desistir da segunda dose. Cada pessoa deve cumprir o protocolo prescrito, porque só assim garante o nível de eficácia que foi estudado por cientistas e analisado pelas agências regulatórias. Até o momento, o único imunizante que exige apenas uma picada é o da farmacêutica Janssen (da Johnson & Johnson).

Toda vacina aprovada é segura e diminui o risco de uma pessoa apresentar sintomas da Covid-19. Ainda assim, algumas pessoas tomam as doses e, por algum motivo, não desenvolvem a imunidade contra o coronavírus, ou ao menos não uma imunidade completa, digamos assim.

Ou seja, eles continuam suscetíveis a sofrer com a doença. A boa notícia é que, mesmo quando isso ocorre, estudos indicam que os imunizantes para o Sars-CoV-2 reduzem consideravelmente a probabilidade de o caso se tornar grave ou levar à morte.


Fonte: VEJA SAÚDE


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