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PERDER PESO É UMA DAS RESOLUÇÕES MAIS COMUNS DE ANO-NOVO

Dietas de restrição calórica e de seletividade alimentar extrema, que têm muito menos calorias e nutrientes necessários para manter o bom funcionamento do organismo, podem até funcionar a curto prazo. O problema é lá na frente.

80% das pessoas recuperam o peso perdido depois de 2 a 5 anos de uma dieta restritiva, ou seja, só 20% conseguem mantê-lo.

Entenda em 5 pontos por que é improvável que esse tipo de dieta se sustente a longo prazo e quais são seus riscos, além do "efeito sanfona": Hormônios que controlam fome e saciedade acabam desajustados após a adoção de uma dieta restritiva. O estômago, por exemplo, secreta mais grelina, o hormônio do apetite, causando um aumento da sensação de fome. Além disso, ao perceber que está gastando menos energia, o corpo coloca-se em um modo de funcionamento diferente, para se preservar. Com isso, funções que vão desde a produção de serotonina até o crescimento dos fios de cabelo são afetadas. Também é comum que não ocorra a mudança de hábito alimentar, já que não há o aprendizado em reconhecer o equilíbrio entre fome e saciedade, nem o da escolha alimentar adequada --a chamada reeducação alimentar. "A restrição gera uma categorização da comida em 'proibida' e 'permitida' e um sentimento de culpabilidade em relação ao que se come", explica a nutricionista Sophie Deram, em um artigo em VivaBem. Apesar de ser um problema multifatorial, sabe-se que muitos pacientes desenvolveram transtornos alimentares depois de terem feito dietas restritivas. O segredo, indicam nutricionistas, é respeitar o corpo e mudar os hábitos aos poucos, substituindo alimentos processados por opções naturais e evitando um choque radical no cardápio.


Fonte: UOL VIVER BEM


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