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HORMÔNIOS DA FELICIDADE

Assim como a definição, a química hormonal da felicidade também é complexa e abrangente. Apesar de os estudos não terem identificado uma região específica do cérebro responsável pela felicidade, sabe-se que os hormônios desempenham um papel fundamental na regulação do humor e da felicidade. De fato, há uma diferença consagrada entre sentir-se feliz e ser feliz, em que este último seria um estado psicológico menos efêmero do que aquele. Para o filósofo e escritor Mario Sergio Cortella, "a felicidade não é um estado contínuo, mas uma ocorrência eventual".

Mesmo em momentos de turbulências, a felicidade pode estar por perto e bem ao nosso alcance, já que consegue ser facilmente encontrada em pequenas conquistas diárias e em acontecimentos do cotidiano capazes de ativar neurotransmissores que despertam o nosso bem-estar. Os hormônios da felicidade são neurotransmissores benéficos produzidos em nosso cérebro que agem como mensageiros químicos e promovem efeitos em todo o corpo, gerando sensações como alegria, recompensa, prazer e satisfação. Quando se trata de felicidade humana, a neurociência nos sugere práticas que podem ser úteis para aumentar nosso ponto de ajuste de felicidade natural. Entre os hormônios da felicidade mais conhecidos estão a endorfina, a serotonina, a dopamina e a ocitocina.


Fonte: UOL VIVA BEM


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