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A QUESTÃO NÃO É SÓ A IDADE, MAS A FRAGILIDADE

Tempo de atenção redobrada para filhos, irmãos e netos, isolamento para as famílias e cuidado especial com os idosos, principalmente os fragilizados. Desde 11 de março, quando a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarou a pandemia da COVID-19, causada pelo novo coronavírus, os hábitos mudaram e a vigília começou nas casas. Bem antes do anúncio, as pessoas mais velhas já estavam no foco como alvo principal da doença. No país, conforme o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), há cerca de 30 milhões de idosos, dos quais 4 milhões vivem sozinhos.

Até agora, a faixa etária entre 60 e 70 anos apresentou o maior número de casos, concentrando-se, entre 80 e 90 anos, os óbitos.

Mas, para não entrar em pânico, é importante ressaltar que a questão não é a idade, mas a fragilidade. O risco maior, portanto, aponta para os adultos dependentes e incapazes de cuidar de si. Há os idosos robustos e os fragilizados, os quais podem estar com 70, 80 ou mesmo 50 anos.


Fonte: APM - Associação Paulista de Medicina


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